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Mudei. Isso mesmo.
As pessoas mudam de roupa, de sapato, de carro, de emprego, de casamento, de amigos, de cidade, de País e em alguns casos até de mundo (tem gente jurando ter passado uns tempos fora do planeta). Pois bem. Eu mudei de enderço virtual.
Quem quiser me encontrar, basta clicar e guardar o endereço:
http://savepotatos.blogspot.com/
Escrito por moncha às 22h57
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DIREITOS, DE QUEM?
Quando eu era criança, minha mãe sempre me reprendia por causa da minha forma, segundo ela, radical, de resolver a maioria dos assuntos. Se algum coleguinha me irritava, não contava pipoca (olha que termo antigo eu fui buscar!): dava dois gritos, se não resolvesse, metia a porrada no menino ou na menina. Cresci, e minha paciência, encolheu ainda mais. Cresci ainda mais e me tornei adulta. Para minha mãe, isso só aumentou a preocupação. Isso porque, agora, dona (de fato e de direito) do meu nariz, ela sempre temeu que eu "fizesse uma besteira qualquer" e acabasse com a minha vida. Besteira qualquer, leia-se era matar alguém num desses acessos de "odeio burrice" e "não suporo enchição de saco". bem, não matei.. mas confesso que quase o fiz algumas vezes. Mas também nunca fui de levar desaforo para casa (que meus filhos não leiam isso porque eu tenho tentando passar uma visão mais pacificadora para eles). O fato é que sempre fui favorável a algumas medidas controversas, a exemplo da pena de morte em caso de estupro, assassinato e outros crimes cometidos contra pessoas sem defesa, especialmente crianças, idosos e pessoas com necessidades especiais.
Nunca aceitei pacificamente nem aqueles argumentos dos defensores dos direitos humanos de que "no Brasil muito inocente iria morrer até que se provasse que não tinham nada a ver com o crime de que eram acusados". Minha resposta sempre enloqueceu os "humanitários" especialmente minha irmã, advogada e boa-praça. Eu dizia: Paciência. Morre inocente todo o dia e nada muda. Bem, estou escrevendo isso tudo porque mais uma vez me convenço que a pena de morte pode sim, ser um elemento importante para fazer com que esses merdas que matam e estupram deixem a gente em paz. Esse caso do sequestro, estupro e assassinato da pequena Laís, que aconteceu na cidade de Limoeiro, no interior de Pernambuco, me fez pensar novamente nisso tudo.
Como é que um cara, que está preso por "atentando violento ao pudor", praticado contra duas crianças, passeava, livremente pela cidade? Como é que um monstro desse teve acesso a porta de uma escola, onde se aproveitou da inocência de uma criança para acabar, de uma só vez, com a vida dela e de toda sua família? Peraí.. a culpa é da legislação? E quem fez essa legislação? Os mesmos hipócritas que se dizem contra a pena de morte. Os mesmos que em época de eleição, aparecessem prometendo que os bandidos perigosos jamais atacarão nossos filhos porque serão vigiados, e os outros - aqueles "pobrezinhos" que são recuperáveis, sairão das unidades prisionais mais puros que a Madre Teresa de Calcutá. Pois eu digo em alto e bom som: É MENTIRA!
Eu não aguento mais essa hipocrisia. Não aguento mais essa coisa de "vamos dar mais uma chance"? Chance de que? De um filho da puta desse matar mais quantas crianças? De um desgraçado desse atentar contra a mãe, os filhos, os irmãos de quem? Meus? teus? Não. Pára. Eu não quero mais isso! Eu quero poder sair de casa sem medo de deixar meus dois filhos órfãos. Eu quero poder deixar meus filhos irem para a escola sem suar frio. Eu quero que minha família possa voltar a frequentar lugares públicos sem medo, sem terror. Eu quero viver e quero que as pessoas vivam também. Se para isso, alguém que matou, tenha que morrer: que morra!
Logo abaixo segue uma matéria da Agência Estado que trata, indiretamente desse assunto. Eu gostei.
Aposentada que baleou ladrão receberá medalha
No dia 8 de outubro, ela baleou no Rio um homem que tentou assaltá-la
RIO - No dia em que o referendo do desarmamento faz um ano, a aposentada Maria Dora dos Santos Arbex, de 67 anos, receberá a medalha Pedro Ernesto na Câmara dos Vereadores do Rio. No dia 8, ela baleou no Flamengo, zona sul, um homem que tentou assaltá-la.
Maria Dora havia saído de casa para passear com o cachorro levando o revólver da filha na bolsa. O ladrão, que já a havia abordado antes, ameaçou matar o cão caso ela não desse o celular. Maria Dora atirou na mão do homem, que foi preso. Acabou autuada por porte ilegal de arma e lesão corporal e responde em liberdade.
O filho Márcio dos Santos Arbex contou que a mãe ficou feliz com a medalha. ´Minha mãe se arrependeu, preferia que nada tivesse acontecido naquele dia, mas gostou da homenagem.´
O autor da idéia, vereador Carlos Bolsonaro (PP), que fez campanha pelo não, não concorda com as críticas que recebeu de entidades pró-desarmamento, juristas e policiais por condecorar alguém que fez justiça com as próprias mãos. ´Por que não entregar a medalha a quem mostra que a segurança pública está cada vez mais falha?´
Fonte: AGÊNCIA ESTADO
PS: sim, esqueci de comentar. No mesmo dia em que a "competente" Polícia pernambucana desconriu que Laís estava morta, eu fui assaltada, às 6h da noite, ao lado da minha mãe. Um desses filhos da puta que mais tarde vai tentar - se já não o fez - estuprar e matar alguma pessoas indefesa colocou uma arma na cabeça da minha mãe. Ele queria o celular. Eu queria minha mãe viva. Ele levou o celular e reforçou a minha disposição de brigar para que ele e outros filhos da puta deixem de existir! Querida Paula, desculpe, mas é tudo a mais pura verdade.
Escrito por moncha às 13h24
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Caraca.. pense no tempo sem atualizar esse blog... como sempre a promessa de dar mais atenção ao meu pobre-sempre-esquecido blog fica só no campo do pensamento.... Bem, mas vamos ao que interessa. O fato é que o primeiro turno já passou, Cleiton Collins (isso, aquele mesmo do jingle infame!) foi o campeão de votos para Assembléia Legislativa; Severino e Ana Cavalcanti ficaram de fora da festa eleitoral; Inocêncio Oliveira - o eterno, um dos maiores concorrentes de Munhad - voltou ao Planalto; Humberto Costa ficou de fora da disputa pelo governo estadual (para alegria de alguns petistas né não?!) e por ai vai.... Agora, com o segundo turno já no meio-tempo. Com o governador-candidato Mendonça Filho (PFL) preocupado com as galinhas e os sempre presentes precatórios e Eduardo Campos (PSB) quase conclamando os pernambucanos a explodirem a Celpe (eu sou totalmente favorável a essa opção!) as coisas vão acontecendo.. e a gente observando. No plano nacional, a bagunça é grande. De um lado o Geraldo (que já foi Alckmin e agora é o que "não vai privatizar") corre de um lado para o outro sem saber o que fazer para barrar o presidente barbudo. O petista, por sua vez, fez papel de bobo no debate e sinceramente poderia estar em uma situação bem melhor, se não tivesse pisado tanto na bola! Bem, tudo isso é só para dizer que estou viva e esse blog também!
Ai vai um bom texto de Franklin Martins, onde ele analisa mais um dos preconceitos merdas desse País.
25.09.2006
Coluna do iGPretendia escrever a coluna de hoje sobre as discrepâncias entre as mais recentes pesquisas do Ibope e do Datafolha. Mas mudei de idéia ao ler matéria publicada no Estadão desta segunda-feira sob o título “Rigor com a corrupção na política varia com região e condição social” e o subtítulo “Eleitor do Nordeste expressa maior tolerância com desvios do que o do Sudeste”. É séria candidata ao primeiro lugar da campanha “Vamos envenenar este país” em curso em muitos jornalões brasileiros. Jogando com números de uma pesquisa do Ibope que não prova nada, a matéria tenta sustentar a tese de que os nordestinos, os pobres e os negros dão menor valor à questão ética do que os habitantes do “Sul Maravilha”, os ricos e os pobres. Diz o Estadão: “No Nordeste, 10% dos eleitores declaram que votariam em político acusado de corrupção – índice próximo do Norte/Centro-Oeste, que é de 9%. No Sul e no Sudeste, esses índices são de 6% e 7%, respectivamente”. Na realidade, as variações são mínimas, estão dentro da margem de erro da pesquisa e não indicam absolutamente nada. Aliás, se alguma coisa pode se depreender desses números é que, na valoração da questão ética, há um padrão razoavelmente homogêneo nas diferentes regiões do país – e não o contrário. Mas há mais. O Estadão avalia também que a pesquisa do Ibope permite estabelecer relação entre cor de pele e rigor moral: “Os que se autodeclaram brancos são mais implacáveis com a ética: 88% não votariam num corrupto; os que se autodeclaram pardos cobram menos e 85% não votariam em indiciados por corrupção; mas os que se autodeclaram pretos são os menos rígidos com a ética: só 82% negam o voto a corruptos”. Queira-se ou não, a idéia que se passa é de que, quanto mais escurinha for a cor da pele, maior será a frouxidão com valores éticos. Tenha a santa paciência. Está claro que o jornal tinha uma tese. Encomendou a pesquisa para dar-lhe sustentação, digamos, científica. O levantamento, porém, não comprovou o postulado (ou o preconceito). Se houvesse bom senso, arquivava-se o assunto. Mas, como alguém quer provar, sabe-se lá por quê, que o povão não “está nem aí” para a corrupção e que nossa elite tem padrões morais dignos de Catão, a pesquisa rendeu matéria. Mais um pouco e descobriremos que os pobres, os nordestinos e os negros são os responsáveis pela corrupção no país, que os ricos não têm nada a ver com isso, que em São Paulo nunca se pagou nem se recebeu propina e que os brancos sempre repeliram com veemência a idéia de pagar ou de levar um “por fora”. Não sei por quê, mas lembrei-me do samba “Não é conselho”, de Dário Augusto e Nilcéia Gomes, gravado em 1993 pelo grande Bezerra da Silva.
Escrito por moncha às 21h20
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EXEMPLOS
Li esse texto no blog de Noblat (www.noblat.com.br). Achei muito interessante e por isso resolvi postar aqui (dando o devido crédito, claro). Aproveitem.
Esperança derrota descrença

José de Souza Pinto (no alto), viúvo, militar reformado, é candidato na Bahia a deputado federal pelo Partido dos Aposentados da Nação. Uma vez eleito, quer contribuir para melhorar a vida dos seus colegas aposentados.
Deodata Pereira Borges, comerciante, é candidata na Bahia a deputada federal pelo Partido Social Democrata Cristão. Não se conforma com a vida difíicil que levam os pequenos comerciantes. Imagina que poderá fazer alguma coisa por eles.
Souza Pinto e Deodata são os dois exemplares mais notáveis de uma categoria ameaçada de extinção entre nós - a das pessoas que ainda põem fé na política como meio honesto de promover o bem comum, apesar dos mensaleiros e sanguessugas da vida.
O militar reformado completará 102 anos de idade em dezembro próximo. A comerciante completou 101 anos na semana passada. Os dois são os candidatos mais velhos que disputarão as próximas eleições. Por teimosia, mereciam ser eleitos.
Na lista dos que crêem apesar da descrença geral vêm em seguida João Nunes de Castro, 94 anos, candidato a deputado estadual na Paraíba pelo Partido dos Aposentados da União, e Manoel Antônio Antunes, 92 anos, candidato a deputado estadual em São Paulo pelo Partido Republicano Progressista.
Na outra ponta, estão os mais jovens. Cinco deles têm 18 anos; outros seis, 19 anos. Todos disputam uma vaga nas Assembléias Legislativas de seus estados. Na faixa de 20 anos, concorrem 19 candidatos, sendo 15 a deputado estadual, três a federal e um ao cargo de deputado distrital em Brasília.
Esses têm tempo de sobra para desacreditar na política. Ou para ajudar a reformá-la.
Escrito por moncha às 17h49
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EI, VOCÊ AI
Tô pensando em mudar de vida. Alguém ai conhece uma pessoa que esteja a fim de me dar um emprego legal, que ganhe uma grana legal, que só tenha gente legal como companheiro de labuta, que NÃO funcione nos finais de semana e feriados e que dê para ouvir um bom rock and roll no PC sem ninguém incomodar... Aguardo sugestões, ok?
Escrito por moncha às 17h16
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BOAZINHA ESSA MOÇA!
Eu tenho uma amigo de loga data que já avisou: puta merda! agora não posso mais nem pensar em pular o muro. Já pensou de a patroa liga para "os homi"? Pois eh... antes de agir.. é melhor pensar
Motoboy é denunciado pela esposa ao levar para casa pés de maconha
Esposa dcenunciou o marido após descobrir suposta traição
SÃO PAULO - O motoboy Luís Carlos de Paula, de 36 anos, foi parar na delegacia após ser denunciado pela própria esposa, Andréia, por levar para casa quatro pequenos vasos onde estavam plantados pés de maconha.
Policiais militares foram até a residência, no Parque Assunção, em Taboão da Serra, na Grande São Paulo, apreenderam a maconha e detiveram Luís em flagrante.
Segundo a polícia, Andréia resolveu denunciar o marido após descobrir que estava sendo traída por ele. Os pés de maconha foram levados para serem periciados. O motoboy teve apenas de assinar um termo circunstanciado de porte de droga e foi liberado.
Fonte: Estadao
Escrito por moncha às 17h13
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QUE SUSTO!
Meu pai - o irlandês mais brasileiro do mundo - e minha mãe sempre resumiram essa polêmica em torno dos nomes dos filhos de uma forma exemplarmente simples e convincente. Para que colocar um nome complicado, ainda mais no nosso caso, quando os sobrenomes já dariam trabalho para o resto da vida? Pois bem, se as irmãs Xerox, Fotocópia e Autenticada tinham algum motivo para reclamar com os genitores, o que dizer deste pobre potiguar? Bem, imagine se Suzane Von Ritchofen tivesse um nome como esse? Com certeza seria a desculpa perfeita para justificar o assassinato dos pais.....

Escrito por moncha às 15h01
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para descontrair
Putz, gente tem muito blog legal pipocando (gostaram ai da expressão tipicamente cearense?) na web. Essa pérola ai está no Uma Dama não Comenta (http://dama.blogspot.com)
Morre-se Assim
"Morre-se assim
Como se faz um atchim.
E de sopetão
Lá vem o rabecão."
"Uma bala perdida desferida na rua dos paqueradores de
travesti voou e foi alojar-se no crânio de uma velha senhora
que lia com fervor a sua bíblia lá no Morumbi."

Escrito por moncha às 13h49
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Toca SLAYER
Quem me conhece o mínimo possível sabe que sempre gostei de uma boa música, por isso, não há como negarque já tenham ouvido eu gritar a velha e boa frase: Toca Slayer.
Bem, os caras estarão no Brasil (em São Paulo, claro, porque eu agora tenho certeza de que o Nordeste, e especificamente Pernambuco, não está no Brasil e sim na Etiópia). Por questões de responsabilidade maior (contas, crianças e coisas que uma mãe nunca deve esquecer e deixar para depois) eu dificilmente (isso para não dar o braço a torcer e admitir que não tenho nenhuma chance mesmo) vou conseguir assistir ao show da galera. Bem, mas é isso ai. A vida não vai acabar (sim, eu realmente hoje acredito nisso - diferentemente do que ocorria há uns 12 anos, quando eu achava que perder um grande show significava morte certa por afogamento).
Por isso, o que me resta é acompanhar as notícias pelos on-lines e ficar feliz pelos amigos que vão lá. A eles, um pedido. Gritem com toda a força dos velhos pulmões - já baleados : TOCA SLAYER AI PORRA.
Aproveitem para ler uma materinha sobres o show dos caras.
Deus e o diabo mostram força do hard e do thrash metal em SP
MARCO ANTONIO JAYME da Folha Online
Um grupo fala de Jesus, fé, amor, amizade. O outro, de satã, descrença, ódio, ira. Dois opostos do rock que prometem mexer com fãs de hard e thrash metal nas próximas semanas em São Paulo, já que o rock-gospel do Stryper e o thrash-metal do Slayer tocam na capital paulista nos dias 12 de agosto e 1º e 2 de setembro, respectivamente.
O Stryper é da escola californiana de hard rock dos anos 80, com muito laquê, roupas bufantes, "caras" e "bocas". Diferencial do grupo para outros de sua época: letras cristãs em 99% das canções.
Depois de três discos com boas vendagens e o último fracassado, de 1990, decidiram abandonar os palcos. Voltaram em 2005, com o cd "Reborn".
O Slayer é o inverso ao Stryper. Odeiam religião e tudo o que se refere ao assunto. Leia-se: anti-Cristo. São considerados mestres no chamado thrash metal e ícones para muitas bandas no estilo.
Veteranos na cena, começaram com "Show no Mercy", em 1983. O último trabalho da banda, "Christ Illusion", teve a capa censurada em vários países por mostrar Jesus Cristo (sempre ele) sem os braços em meio a um mar de sangue e cabeças decepadas. Slayer Quando:1º e 2 de setembro (sexta e sábado) às 22h. Onde: Via Funchal (r. Funchal, 65, vila Olímpia, zona sul de São Paulo) Quanto: Pista, R$ 100; mezanino, R$ 130; camarote, R$ 200. Informações: 0/xx/11/3897-4456 e 0/xx/11/3089-6999 ou www.viafunchal.com.br
Olha ai os caras e o mimo da bateria


Escrito por moncha às 14h49
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COITADO
Cão destrói urso de pelúcia de Elvis Presley em museu
Um cão de guarda arrasou uma coleção de raros ursos de pelúcia, incluindo um que pertenceu ao cantor Elvis Presley, nesta terça-feira, em um museu infantil, na Inglaterra
LONDRES - Um cão de guarda arrasou uma coleção de raros ursos de pelúcia, incluindo um que pertenceu ao cantor Elvis Presley, nesta terça-feira, em um museu infantil, na Inglaterra. "Foi do nada, ele virou de repente um demônio", disse Daniel Medley, que administra o Wookey Hole Caves, onde podem ser encontrados centenas de ursos.
O cachorro, que tem 6 anos e se chama Barney, arrancou primeiro a cabeça de um urso marrom bastante estufado, o Mabel, feito em 1909 pelo alemão Steiff, mordendo seus membros e sua cabeça.
A coleção de urso é avaliada em mais de US$ 900 mil e inclui um vermelho confeccionado por Farnell em 1910 e um chamado Bobby Bruin feito por Merrythought em 1936.
O urso de Elvis Presley foi adquirido através de um leilão em Memphis, nos Estados Unidos, pelo aristocrata Benjamin Slade, que emprestou o objeto ao museu. "Eu falei com o dono do urso e ele não está muito contente", disse Medley. Um segurança do museu, Greg West, contou que tentou impedir Barney minutos antes da destruição lutando com o cão corpo-a-corpo no chão.
Tadinho do ursinho,

Escrito por moncha às 19h02
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Sobre Fidel, sobre Cuba
O velho comandante Fidel está seriamente doente. Não quero e não vou debater, aqui, o que é certo e o que é errado com relação a relação Fidel x CubaX EUA x resto do mundo. Mas a partir de hoje, vou seguir postando algumas matérias e informações que acho importante, no acompanhamento desse processo. Afinal, Cuba não é apenas um pedaço de terra.
O enigma Raúl, o sucessor previsto
Irmão se tornou militante comunista ainda antes de Fidel
Com o apoio das Forças Armadas e do Partido Comunista Cubano (PCC), Raúl Castro, de 75 anos, assumiu o poder em Cuba. Ele substitui - de acordo com o discurso oficial, "provisoriamente" - o irmão Fidel Alejandro Castro Ruz, que completa 80 anos no dia 13, submetido a uma cirurgia de urgência para o tratamento de uma hemorragia intestinal. Desde o triunfo da Revolução Cubana, há 47 anos, Fidel nunca tinha aberto mão de suas atribuições.
A substituição de Fidel por Raúl foi definida ontem pelo pesquisador Jaime Suchliki, do Instituto de Estudos Cubanos da Universidade de Miami, como "a sucessão prevista" - longe da aspiração dos grupos opositores exilados em Miami, que esperam uma rápida transição para a democracia após a morte de Fidel. Para Suchlicki, essa é uma hora "definitivamente difícil" para a oposição. "Nesses momentos, os aparelhos de segurança do Estado estão em alerta. Não há condição para uma mudança radical."
Evidentemente sem o mesmo carisma do irmão, Raúl é considerado por muitos analistas como um simpatizante do pragmatismo econômico - aliado ao radicalismo político - do regime chinês. Sua posição de sucessor de Fidel se consolidou a partir de 1997, quando se tornou o "número 2" na hierarquia do Executivo e do Comitê Central do PCC - impondo-se à pretensão dos líderes da nova geração comunista, como o chanceler, Felipe Pérez Roque, e o chefe do Conselho de Ministros, Carlos Lage.
Antes, Raúl ascendera ao comando do Exército depois que seu antecessor na chefia da força, o general Arnaldo Ochoa - outro potencial sucessor de Fidel - foi executado, em 1989, por envolvimento com o narcotráfico. Raúl foi promotor do julgamento de Ochoa.
Para Peter Hakim, presidente do centro de estudos Diálogo Interamericano, Washington deve agir com cautela. "Não temos como prever se haverá uma disputa pela sucessão, ou se ela será violenta ou não."
Nelson Cunningham, assessor do ex-presidente Bill Clinton para a América Latina, lembra que Raúl não ficará no poder por muito tempo, por causa da idade - 75 anos. "Não lhe restarão muitos anos. Inevitavelmente, em pouco tempo teremos aberto um processo de transição real. "
Brian Latell, ex-analista da CIA para Cuba, também prevê dificuldades. "Haverá uma ansiedade popular alta", segundo Latell. "Ele terá pouca margem para errar.
Três semanas após assumir o poder, em janeiro de 1959, Fidel nomeou Raúl seu sucessor, dizendo a seus partidários: "Atrás de mim há outros mais radicais do que eu."
Em 1962, Raúl tornou-se vice-primeiro-ministro e, em 1972, primeiro-vice-primeiro-ministro. Como chefe das Forças Armadas, Raúl esteve profundamente associado ao envolvimento militar de Cuba em Angola e na Etiópia na década de 1970 - assim como no esforço dos militares para ajudar a resgatar a economia cubana após o colapso da União Soviética, em 1991.
Raúl, tido como um político linha-dura, já pertencia a um grupo da juventude comunista antes da revolução. Fidel só adotou o socialismo em 1961.
Já na economia, deu sinais de flexibilidade. Como ministro da Defesa, Raúl supervisionou experiências com limitadas reformas de mercado, em que unidades militares produziam e vendiam alimentos em mercados livres. Também mostrou interesse na versão chinesa do socialismo de mercado em 1997.
Quando foi à União Soviética, em julho de 1962, Raúl recebeu a promessa de que mísseis soviéticos seriam fornecidos a Cuba - o que conduziu à crise dos mísseis entre americanos e soviéticos em outubro de 1962 e levou o mundo à beira de uma guerra nuclear.
Mas também fez movimentos conciliadores. Em 1964, disse estar disposto a conversar com os americanos "ainda que fosse na lua".
"Raúl tem poucas chances de manter-se no poder", declarou, por seu lado, um dos comandante da Revolução Cubana, Huber Matos, que passou 20 anos preso, acusado de traição. "Nem remotamente ele tem a atitude, os recursos mentais ou a genialidade do irmão para controlar politicamente o país."
Para o ex-primeiro-ministro espanhol Felipe González, o anúncio de Fidel e a designação de Raúl não passa de um primeiro balão de ensaio da sucessão cubana, que ainda não começou. "Esse é um primeiro ensaio geral. Haverá outros", disse.
AP, AFP, REUTERS E EFE

E como diria Fidel: "Há, atrás de mim, outros muito mais duros".
Escrito por moncha às 12h23
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Curiosidades de quem vive até altas horas no computador
Essa ai é demais. Vale mesmo a pena dar uma lidinha. Afinal de contas, quem passa um tempão navegando pela internet tem que ter momentos de lazer não é não?
Cafezinho A humanidade nunca perdeu o sono com a falta de estimulantes
Por ANNA CAROLINA FAGUNDES (Editora Abril)
Faz muito tempo que o homem usa substâncias estimulantes socialmente. Os primeiros registros da utilização de chá - a mais antiga delas - datam de 2737 a.C., na Ásia.
Ele teria sido descoberto pelo imperador chinês Shen Nung, que, quando ia tomar água fervente (um costume à época), acabou bebendo o resultado da infusão de algumas folhas que caíram de uma árvore, a Camellia sinensis, dentro de sua xícara. Ele sentiu-se revigorado - e, claro, também deve ter achado o sabor bem melhor que o da água quente.
As folhas de coca também podem ser apontadas como um dos primeiros estimulantes. Foram encontrados vestígios delas em múmias egípcias datadas de 1070 a.C. - no entanto, não se sabe se elas eram usadas recreacionalmente ou com fins médicos, como um anestésico.
O café foi, porém, o primeiro produto anunciado e vendido como estimulante. Descoberto na Etiópia por volta de 800 a.C., já na época era considerado perigoso - deixava o povo acordado e disposto a discutir.
A bebida chegou à Europa séculos depois, impulsionada pelo sucesso do chá. Nos anos 1300, o chá, já bem popular no Oriente, foi "descoberto" pelos portugueses e passou a ser comercializado pelos holandeses. Duzentos anos mais tarde, o café seguiu o mesmo rumo, saindo da Turquia, onde era bastante consumido.
Antes da fama, ele chegou a ser proibido na Turquia do século 14 e dava cana para quem fosse pego bebendo-o: seis meses de prisão. Na Itália, o povo chegou a pedir ao papa Clemente VIII, em 1615, que declarasse que o cafezinho era a "bebida do demônio". Mas, em vez de excomungar a bebida, o papa acabou é virando seu fã - e chegou a abençoá-la.
O conceito de "café da manhã" é uma invenção do século 18. Os antigos europeus acordavam com o nascer do sol e não tinham uma bebida específica para espantar o sono. Antes de conhecerem o café, os mais ricos bebiam leite ordenhado na hora ou vinho quando acordavam. Os pobres encaravam água ou cerveja logo de manhã - até as crianças.
Cafezinho brasileiro
O café é tão importante para o Brasil que está presente até no brasão republicano. Foi o oficial português Francisco de Mello Palheta quem trouxe, escondidas em suas roupas, as primeiras mudas para o país, em 1727, a pedido do governador do Grão-Pará, João da Maia da Gama.
Demorou para a plantação vingar: só em 1781 é que a produção começou a dar certo, no Sudeste do país. Em 1825, quando o Haiti, grande exportador mundial, entrou em guerra contra a França, viramos de vez a pátria do café.
O "ouro verde" foi nosso maior tesouro até a crise mundial de 1929, quando os produtores tiveram que queimar café para conter a queda dos preços. Hoje em dia, o Brasil produz cerca de 30% do café consumido no mundo e é o segundo maior mercado consumidor, atrás somente dos Estados Unidos.
Escrito por moncha às 00h22
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Uma justa homenagem
Para marcar a recuperação da dengue, nada melhor do que falar sobre um dos alimentos mais deliciosos da face da terra. Sim, se vc está pensando nela, a BATATA, acertou em cheio. Afinal ..... aqui é a casa dela
AO VENCEDOR, AS BATATAS
No romance Quincas Borba, uma das obras-primas de Machado de Assis (1839-1908), o personagem central herda uma fortuna e muda de Barbacena, em Minas Gerais, para o Rio de Janeiro, onde se apaixona por uma mulher casada. Por esse amor perde a esperança, a razão, a fortuna e a vida. Percebe muito vagamente uma filosofia que mistura positivismo e darwinismo, inventada pelo seu protetor Quincas Borba: o humanitismo, cuja doutrina pode ser explicada pela batata. Duas tribos famintas se encontram diante de uma plantação desse tubérculo. Mas a quantidade existente era suficiente para alimentar apenas uma delas. Caso haja divisão das batatas, ambas morrerão de fome. A paz, nesse caso, significaria a mútua destruição; a guerra, ao contrário, a salvação da tribo mais forte. Na vida acontece a mesma coisa. A sobrevivência de uns impõe a extinção de outros. "Ao vencedor, as batatas", proclama o pai do humanitismo.
Foi exatamente esse o prêmio recebido pelo explorador espanhol Francisco Pizarro (1474-1541), após matar o imperador Ataualpa, dizimar os incas e conquistar o Peru, na primeira metade do século XVI. Ele tinha invadido a região para conquistar territórios, ouro e prata. Encontrou uma agricultura desenvolvida e extensas lavouras de batata. O tubérculo comestível era cultivado desde o ano 3000 antes de Cristo nas regiões andinas de Peru, Bolívia, Equador e Chile. Os incas o semeavam como alternativa ao milho, planta que não vingava nas grandes altitudes. Pelo seu valor energético ou calórico, comprovado na recuperação dos doentes, e versatilidade culinária, o ofereciam às divindades. Falamos da batata ou batatinha, também chamada de batata-inglesa e batata-irlandesa, planta da família das solanáceas. Entretanto, convém lembrar que ainda existe a bata-doce, igualmente originária da América Latina, com enorme importância alimentar. Pertence à família das convolvuláceas e possui raízes suculentas, grupo que reúne mais de 800 tipos. Os usos diferem ligeiramente. Saboreia-se a batata ou batatinha nas modalidades frita, cozida e assada, palha, rôtie, sautée e soufllée; cortada em fatias ou cubos para a salada; em purê e conserva. Pode ser consumida fria ou quente; em entradas ou pratos de resistência; como ingrediente principal ou coadjuvante. Acompanha todos os nossos tipos de carne, ave e peixe. Harmoniza-se com ovos de aves domésticas ou selvagens. Já a batata-doce se presta à elaboração tanto de pratos de sal como sobremesas, que vão de um gnocchi feito pelos imigrantes italianos no interior de São Paulo a uma sobremesa cujo sabor a aproxima do marron glacé francês. Além disso, tem grande importância na alimentação animal.
Apesar da surpresa de Pizarro com a batata, batatinha, batata-inglesa ou batata-irlandesa, o conquistador não soube avaliar sua relevância alimentar. Confundiu-a com a trufa branca, cogumelo subterrâneo encontrado em algumas regiões da Europa. Estranhou a falta do perfume típico, mas não ligou. Na Espanha, existem trufas brancas desprovidas de aroma. As diferenças que caracterizam as duas especialidades só foram percebidas um par de anos depois pelo soldado, cronista e historiador espanhol Pedro Cieza de Leon (1520-1554), autor da Crônica do Peru. O fato é que os europeus desconfiaram da batata, talvez porque sua chegada ao Velho Mundo coincidiu com um período de epidemias. A população colocou a culpa na novidade. Tanto que, na Irlanda, até hoje sua colheita é saudada com uma espécie de exorcismo.
Os primeiros países europeus a se convencerem da importância alimentar do tubérculo exótico foram a Espanha, a Itália do norte e a Irlanda. Outros preferiram por muito tempo passar fome a ter de plantá-lo. Na Rússia e Prússia do século XVIII, os soberanos precisaram ameaçar cortar as orelhas e o nariz dos camponeses que se recusassem a cultivá-la. Na França - país que agora se atribui orgulhosamente a invenção do purê e da batata frita -, a forte resistência só foi vencida no fim do século XVIII graças aos esforços do farmacêutico militar e agrônomo Antoine Augustin Parmentier (1737-1813). Capturado pelos prussianos durante a Guerra dos Sete Anos, ele quase morreu na prisão. Libertado, voltou a Paris. Saudado como herói, afirmava ter sobrevivido porque comia batata. Na capital francesa, tornou-se chefe do Hôtel des Invalides e, portanto, uma autoridade nacional em saúde pública.
No fim do século XVIII, Parmentier julgou ser a batata uma solução para a fome que grassava no país. O problema é que a população não reconhecia a importância nutritiva da planta. Então, com a cumplicidade do rei Luís XVI, ele organizou um almoço em homenagem ao soberano e o divulgou amplamente. O rei se apresentou com um buquê de flores de batata no alto do chapéu. Após a refeição, cedeu a Parmentier o atual Champ-de-Mars para cultivar experimentalmente a planta. A fim de provocar a curiosidade humana, ele colocou um exército em volta da lavoura. O povo achou que escondia alguma coisa preciosa. Durante o dia, ninguém podia se aproximar. À noite, os militares fingiam estar distraídos e as pessoas entravam na propriedade para furtar mudas. Foi a principal estratégia de propaganda de um alimento que, enfim, conquistou o paladar francês. Parmentier espalhou o novo alimento e sugeriu maneiras de prepará-lo. Seu nome costuma ser associado a diversas receitas, de variados autores. São os ovos Parmentier, carré de cordeiro Parmentier, bacalhau Parmentier e hachis Parmentier, entre outros. Com o abrandamento das superstições, a planta se difundiu pela Europa. Na Segunda Guerra Mundial, consagrou-se como alimento imprescindível, salvando milhões de pessoas da inanição fatal.
A batata gosta de temperaturas amenas e chuvas bem distribuídas. No Brasil, é plantada em todo o território nacional e praticamente o ano inteiro, sobretudo em São Paulo, no Paraná, em Minas Gerais, em Santa Catarina, no Espírito Santo e no Rio Grande do Sul. Contém vitaminas A, B1, B2, C, bem como potássio, fósforo, sódio e magnésio. A voz do povo a invoca com originalidade. Denomina-se "batata" tanto a barriga da perna como o bíceps desenvolvido e o nariz grosso e chato. É usada para designar a inchação provocada pelo bicho-de-pé. "Batata quente" significa uma situação trabalhosa, complicada. "Morder a batata" é ingerir bebida alcoólica demais. "Na batata" quer dizer com absoluta certeza. "Ser batata" equivale a não falhar. "Ir plantar batatas" é o mesmo que ir às favas. Entretanto, temos a batata em altíssima conta. Costumamos usá-la para fins nutritivos, vale dizer, exclusivamente pacíficos. Apesar de o humanitismo e o romance Quincas Borba serem criações nacionais, não se tem notícia de um brasileiro que haja eliminado o semelhante para conquistar batatas.
Escrito por moncha às 23h55
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olha elas ai
Olha ai os tipos de batatas mais comuns. Escolha a sua e mande ver!

Atlantic: arredondada, com a polpa branca. Vai bem em frituras. Araucária: alongada, com polpa amarela. Serve para assar e cozinhar. Asterix: alongada, tem polpa amarela-clara. Indicada para fritar. Baraka: ovalada, com a polpa amarela-clara. Usada para assar, fritar e cozinhar. Bintje: alongada, com a polpa amarela-clara. Serve para assar, fritar e cozinhar. Elvira: alongada, exibe polpa amarela. É a melhor em termos culinários e também a mais difícil de produzir, indicada para assar e cozinhar. Monalisa: ovalada, com a polpa amarela-clara. Usada para assar e cozinhar. Batata-doce branca: o formato mais comum é o fusiforme (pontas finas nas extremidades), mas pode ser alongada, redonda, oblonga, tem polpa branca e vai bem cozida, assada e frita. Batata-doce-roxa: apresenta também diversos formatos e polpa cor de creme. Yacom: raiz tuberosa originária dos Andes. Seu uso na culinária brasileira é recente, indicada como parte da dieta de pessoas diabéticas.
Escrito por moncha às 23h50
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Tédio com um T ...
Estou doente há quase 15 dias. Isso mesmo galera. Quase 15 dias agarrada com essa dengue que já torrou a minha paciência, jogou no chão meus leucócitos e minhas plaquetas e tá fazendo meu fígado lembrar das épocas aúreas da cachaça - só que sem colocar uma gota de álcool na boca! Fala sério, que merda de doença cabulosa! Agora, depois da fase mais trash - quando eu juro que pensei: será que vou aguentar? estou na fase do TÉDIO. Aquele mesmo cantado por Renato Russo em Tédio com um T bem grande para você! (e sem andar a pé na chuva, que de chuva eu quero é distância porque lembra poça de água, que lembra mosquito da dengue, argh!
Mas voltando ao tédio. Ô negócio ruim esse de ficar doente em casa, esperando, esperando e esperando uma melhora do seu organismo que se recusa a conversar com vc e dizer quando é que vai ficar bom. Isso sem falar nessa ladainha de tirar sangue a cada dois dias. Estou parecendo uma peneira. Hoje, em mais uma incurssão no mundo das agulhas ( e olhe que eu nunca tive problemas com agulhas, mas!) quase que o cara do laboratório chora. O motivo: depois de enfiar quatro vezes a agulha em mim ele virou e disse: me perdoe, mas já estouraram quatro veias e estou usando a agulha mais fininha que temos. Eu, resignada avisei: se preocupe não meu querido, que eu já estou acostumada com isso. É sempre assim, a maior dificuldade para fazer as minhas veias pegarem no tranco, ainda mais nesse fura-fura quase diário. E olhe que a gente tinha que encher 5 tubinhos para fazer os exames do dia.... Mas bem, depois de mais um estouro, tudo deu certo. Agora, só domingo!
Sim, mas vamos novamente ao TÉDIO. Além de ter que assistir todo o tipo de programa na TV fechada e aberta me resta pouca coisa para fazer. Afinal, sem poder fazer NENHUM tipo de esforço, não restam muitas alternativas. Umas das coisas que tenho feito tb é navegar pela internet sem compromisso em ter que ler as milhares de notícias que circulam pela rede. Estou passando mais tempo em sites leves, blogs e outras páginas mais amenas. Em alguns casos, descubro ótimos textos e histórias engraçadas. Uma das coisas mais legais que tenho visto nos últimos tempos é o blog de Mandrey, o nosso velho e bom amigo. Mandra meu velho, vc escreve coisas super legais. Outro dia quase morro de rir de mais uma história sobre a sua sina de se parecer com o Leão Lobo hahahahahahaha. Demais mesmo.
Bem, então é assim, sem muito saco e NENHUMA inspiração que eu vou seguindo no aguardo da melhora!
Escrito por moncha às 16h09
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